Relações Kármicas


Laços Espirituais 

Acredito que todo mundo ao menos uma vez na vida já conheceu uma pessoa e sentiu tanta afinidade que tem a mesma como parte de sua família ou gostaria ao menos de tê-la mais próxima e isso não é por acaso. 

Às vezes por uma questão kármica nos distanciamos daqueles que em outras vidas amamos visto que a evolução espiritual é individual e nem sempre podemos está no mesmo caminho em sincronicidade, porém o elo é tão forte que a vida encontra um jeito do reencontro acontecer ainda que haja em meio a isso impossibilidades como: o outro morar em um país distinto, serem casados, questões financeiras, ter crenças e valores diferentes, a adoção (mãe e filho) e etc. 

A sensação de aquele rosto ser familiar, da voz ser confortável aos nossos ouvidos, da presença colorir o nosso dia, de sentirmos confiança em contar nossas dores, mas também sobre nossos sonhos e conquistas, são muitas as percepções que nos provam que ninguém se aproxima de nós por acaso basta que tenhamos um pouco de crença de que a vida não acaba nesse plano.

Pessoas afins se conectam, por isso quando estamos numa fase ruim, acabamos por atrair quem nos deixe ainda pior. Lembre-se dos pensamentos que você teve quando atravessou um momento complicado de sua vida, lembre-se quais pessoas você afastou e qual você manteve próxima. Acontece que nossa energia é um imã e se estamos vibrando no negativo atrairemos energia similar, acabamos nos perdendo em nossas próprias atitudes.  É possível mesmo passando por um momento difícil mantermos acesa a positividade e isso faz com que cheguem coisas boas o que inclui pessoas que nos ajudam direta ou indiretamente a atravessar a fase. 

A desafinidade quando não é fruto da imaturidade e quando nos causa desconforto ou mesmo problemas também pode ser uma questão kármica. Para dá um disgnóstico a respeito é preciso analisar o caso, por isso é muito importante que ao procurar um profissional que faça Análise Kármica levar em consideração aspectos como: nível de consciência dos envolvidos, crenças limitantes, ego, problemas psicológicos e ou espirituais como a pessoa está obsediada por espíritos de baixa vibração e etc. Nem sempre a desafinidade acontece com quem está distante (vizinhos, pessoas no trabalho, na faculdade, grupo social) ás vezes dentro da própria família ocorre gerando sérios problemas principalmente por envolver o sentimento de remoroso. Em casos, por exemplo, de mães narcisistas o filho sente-se cometendo um erro por escolher o afastamento. 

Nada é mais forte que um laço espiritual, por isso nada pode segurar aquilo que precisa acontecer, não existe nada que possa aprisionar o que foi permitido pela lei maior kárrmica. No processo dos resgates kármicos também surgem novas pessoas que vêm contribuir de alguma forma para nossa missão e evolução nesta dimensão e essas quando tocam nossa vida de forma significativa e afetiva podem numa próxima encarnação fazer parte do nosso convívio de forma mais próxima por escolha mútua. 


Autoria: Cigana Mah 🌷
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Oráculista na Consultoria: Astral Cigano

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Stalker- Não Seja Um


Quem está te olhando nesse momento? 

STALKERS


Stalkear a vida dos outros vira um vício principalmente em casos onde há ou houve um envolvimento relacional real ou interesse de um lado de cunho amoroso ou vingativo. Em tempos de rede social uma curtida vira um avalanche na autoestima, por exemplo, de quem espera ser percebido (a) por aquele (a) que nutre expectativas. A pessoa fica tão obcecada que já acorda e a primeira ação do dia é vê o que a pessoa de seu interesse fez. Definitivamente dedicar grande parte do tempo a vasculhar a vida de outra pessoa não é saudável emocionalmente. 

Nós ciganos, por exemplo, amamos ouvir as histórias dos idosos por reconhecermos que sua bagagem de vida é algo sagrado. Desde cedo aprendemos que a vida do outro merece nosso respeito e atenção seja para ouvir seus problemas e tristezas, ou seus aprendizados e alegrias. Ouvir sobre o passado ou mesmo sobre as experiências recentes de uma pessoa torna-nos conhecedores de uma sabedoria que ainda não possuímos seja por nossa idade seja por não termos vivenciado ou presenciado a situação. Acreditamos ser uma tremenda perca de tempo viver uma vida acompanhando alguém por má intenção sendo que podemos usar nosso tempo para coisas bem mais proveitosas. Perseguidores não tem essa noção de que a bagagem da vida de outrem é muito mais interessante do que persegui-la com um intento negativo. 

O "stalking", prática de perseguir alguém, não acontece apenas por motivação de término de um relacionamento ou por uma fantasia relacional, também tem casos de inveja por motivos distintos ou vingança, como também situações onde o alvo da perseguição são as amizades, família e atuais relacionamentos amorosos da pessoa que o stalker nutre uma expectativa ou tem uma intenção ruim, portanto ninguém está imune a passar por uma situação desse tipo.

Às vezes as pessoas não levam muito em consideração ao perceberem que estão sendo observadas ou que sua vida está sendo acompanhada por alguém de um modo invasivo, confundem a atitude com ciúme ou com sentimentos que aparentemente não devem ser levados a sério. Reflita sempre em que cadeira você está sentado do perseguido ou do perseguidor, pois ambos precisam de libertação! 

É um erro romantizar atitudes que ferem a dignidade e denominá-las como amor. Espiritualmente falando perseguir uma pessoa nos aprisiona a esta de modo que no fim o mais prejudicado seremos nós mesmos. O perseguidor não vê o tempo passar, pois está condicionado a acompanhar os passos de alguém e com isso acaba por esquecer-se de si mesmo. Essa dependência da vida dos outros o faz cativo de um querer, na maioria das vezes se não todas, alimentado por seu ego ferido, por isso jamais a atitude de um perseguidor é por amor. Qualquer justificativa em prol de aprovar a atitude de um stalker “cai por terra” porque todos nós temos o direito à privacidade e a ter nossa vontade de manter distância respeitada. Não, não é amor demais é amor por si mesmo de menos. O perseguidor geralmente é alguém sem autoestima e nutre por outras pessoas sentimentos de posse e de controle. Este sempre coloca na vítima o peso de ter a sua felicidade, por isso ao receber uma negativa ou por vê-la como ameaça as coisas podem realmente tomar rumos desastrosos. 

O hábito de enxergar o outro como alguém dono de suas vontades nos faz liberto do insight de que podemos julgá-lo, persuadi-lo ou condicioná-lo em nossa cobiça. Olharmos o outro como alguém interessante que gostaríamos de ter em nossa companhia, mas na falta dessa possibilidade o admirarmos nos inspirarmos e respeitarmos suas vontades e escolhas é um grande passo em prol de nossa evolução e na nossa construção enquanto pessoas maduras emocionalmente. De repente aquela curtida que porventura vimos nas redes sociais não nos fere porque estamos conscientes de que independentemente do que ela seja não nos cabe à interpretação. De repente a demissão de um emprego foi para que portas melhores de abrissem. De repente aquele relacionamento não foi pra frente ou mesmo nem chegou a acontecer por que era melhor assim. De repente aquela pessoa não quer ser mais nossa amiga porque já não tem afinidade com nosso modo de pensar e tudo bem. As circunstâncias que levaram uma pessoa a romper, se afastar ou mesmo nunca ter chegado perto de nós não deve ser motivo para nos dedicarmos a prejudica-la. Seja um “perseguidor” de sonhos não de pessoas. 


Autoria: Cigana Mah 🌷
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Oráculista na Consultoria: Astral Cigano


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Dica Relacional - Crítica sobre as Séries:“You” e “Dirty John”


Vale apena assistir as séries “You” e “Dirty Jonh”? 


Os livros exercem sobre mim um grande magnetismo, mas ler ou assistir a coisas com teor violento definitivamente não é meu programa preferido, mas perante o enfoque psicológico, o contexto e principalmente por alguns consulentes pedirem minha visão sobre o assunto eis-me aqui. Vou começar esse texto deixando meus parabéns e respeitos à Caroline Kepnes por ter escrito o livro que originou a série “You”, a Debra e Terra Newell pela coragem de contarem suas histórias. 

A ambientação da série “Você” chamou minha atenção por grande parte do enredo se desenvolver em uma livraria no East Village, bairro de Manhattan em Nova Iorque, já “Dirty John” por ser uma história baseada em recentes fatos verídicos. Ambas estão disponíveis atualmente na provedora global de filmes e séries de televisão via streaming Netflix. 

Stalkers não existem apenas nos filmes, infelizmente, eles são reais. Algumas pessoas entram em nossa vida, mas não sabemos como estas reagiriam ao serem convidadas a se retirarem. Conhecer é um verbo carregado de dúvida quando o contexto é o outro, por isso o ideal é nos conhecermos a ponto de saber que nossas atitudes relacionais estão alicerçadas nessa verdade: O outro é um mundo desconhecido e tudo que não conhecemos merece que tenhamos cautela. 

Nem sempre o histórico relacional da vida de uma pessoa é violento até porque tudo tem uma primeira vez, mas em muitos casos é recorrente a atitude agressiva, manipuladora e obsessiva. Como coach relacional sob um prisma espiritual já vi muitas histórias semelhantes a tudo que está sendo colocado aqui e posso com toda propriedade dizer a vocês: tenham cuidado e se não confiam num familiar ou num amigo para contar o que estão vivendo procurem ajuda profissional, busquem um psicólogo, muitas vezes o constrangimento ou mesmo o medo de ser julgado são fatores que bloqueiam a iniciativa pela busca por ajuda, mas não tenham vergonha, pois esses profissionais estão aptos a ajudarem sem julgamento, entretanto se perceberem que a risco de vida a Central de Atendimento à Mulher disponibiliza 24 horas o número 180 para denuncias. 

John Meehan e Joe Goldberg (personagens centrais das distintas tramas) têm em comum em seu passado uma figura “paternal” doentia e com certeza esse elo foi crucial para despertar o lado sombrio de ambos. O problema de Joe é com quem ameaça os seus planos, já Meehan sente prazer em vê o sofrimento de outras pessoas ainda que estas não sejam ameaça alguma, esse é o ponto que distingue os dois. A mensagem da trama de que criminosos impunes sempre fazem novas vítimas vale a reflexão. Por muitos momentos você poderá julgar as atitudes de Guinevere Beck assim como as de Debra Newell (protagonistas das séries) seja por sua liberdade sexual, por sua exposição no mundo virtual, seja pela falta de percepção em ter se desvencilhado de um relacionamento abusivo enquanto existiam chances de saírem ilesas. Se Joe foi capaz de cativar muitos expectadores, principalmente, por seus momentos de humanidade seja no comportamento com os seus vizinhos: Paco, Ron e Claudia, ou por seu relacionamento aparentemente sadio com Karen, imagine tudo isso na vida real onde sentimentos estão envolvidos. 

Há sinais bem perceptíveis quando se está num relacionamento abusivo, porém muitos são camuflados usando como desculpa o cuidado ou merecimento, por exemplo, podemos citar quando o parceiro (a) quer afastar o cônjuge da família, dos amigos, do trabalho, etc. ou mesmo quando agride verbalmente e ou fisicamente usando justificativas infundadas para que o outro pense que merece o tratamento agressivo e indigno. Todas essas táticas que os abusadores usam para manter suas vítimas dependentes de sua vontade podem ser vistas nas séries mencionadas. A dependência afetiva é como um labirinto não é fácil encontrar a saída, por isso quem está próximo deve alertar ao perceber que alguém está caindo nessa armadilha não por obrigação, mas por empatia, claro que com cuidado e sensatez para não se prejudicar. 


Não gosto de dá spoiler sobre livros, filmes ou séries, por essa razão não dei detalhes dos capítulos de forma minuciosa, mas gosto de indicar aqueles que por alguma razão chamaram minha atenção, por isso como alerta recomendo que todas as mulheres assistam, não para tornarem-se medrosas, mas para refletirem sobre suas próprias atitudes. 
Minha visão sobre essa primeira temporada a respeito de ambas as séries é que nem sempre pagamos o preço por nossas escolhas sozinhas, às vezes, quem está perto também paga, portanto a cautela precisa levar em conta esse aspecto. 


Autoria: Cigana Mah 🌷
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Oráculista  na Consultoria: Astral Cigano



Sugestões Relacionais - Quando o outro nos invade


Quem é bem-vindo a visitar sua intimidade? 


Vivemos em sociedade e muitas vezes as circunstâncias exigem “planejamento comportamental”, demandando que aprendamos a sorrir (conviver) para (com) pessoas que não apreciamos, contudo chega uma hora que se faz necessário darmos um “chá de localização” pra quem não é bem-vindo à nossa casa, muito menos á nossa vida íntima. 

Muitas vezes há um vínculo como quando se é casado e dessa união “ganhamos” de brinde toda uma família ou mesmo um círculo que temos que interagir, pessoas estas que nem sempre serão compatíveis com nosso modo de ser. Manter a educação e cultivar uma relação cordial não é ou pelo menos não deve ser uma tarefa árdua, mas o problema mesmo é quando o outro não enxerga o limite que colocamos e nos invade sem cerimônia alguma.

A quem chegue mesmo sem convite e abra nossa geladeira, nossas panelas, nossos armários e ainda vá mais longe impondo sua visão de mundo nos tirando o direito à privacidade de nosso espaço sagrado afinal nossa casa é uma “extensão” de nós mesmos. 

Ninguém é obrigado a manter conexão com quem não sente afinidade e por isso seria interessante que todos criassem essa percepção para que não fossem inconvenientes. Há ainda quem mesmo depois que o vínculo que originou uma aproximação com determinadas pessoas é quebrado se submeta a aguentar uma convivência (ainda que distante) totalmente indigna. Se você pode se libertar do que te faz mal não tenha medo de tomar a decisão do desligamento, pois há conexões que mesmo longínqua nos causam problemas. 

Abra sua casa apenas para quem você sentir afinidade, aos demais: um aceno de uma distância que não desnude sua dignidade é o suficiente. Família é quem acolhemos de bom grado não por conveniência, não exclusivamente por aprazer o cônjuge ou quem quer que seja. Está cercado, intimamente, de quem nos faz bem energeticamente é autorrespeito, consideração ao outro e libertação de correntes ilusórias.

Autoria: Cigana Mah 🌷
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Oráculista  na Consultoria: Astral Cigano

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O Poder da Frequência 432Hz - Recorte Histórico

ALFORRIE SUA MENTE ATRAVÉS DESSA FREQUÊNCIA 

A música tem um poder que a maioria da população mundial desconhece: O poder de "destruir" ou de construir e para que vocês conheçam como a música pode nos influenciar positivamente ou negativamente vamos trazer um recorte histórico com o objetivo que ele nunca mais se repita. Há algumas semanas escrevi um texto sobre cultura cigana (irei postá-lo, prometo) e falar desse assunto sem mencionar tudo que o povo Rom sofreu durante a época no Nazismo é indispensável para que essa e as próximas gerações não repitam e foi nesse momento que intuir falar sobre como a música influenciou negativamente a população na época Nazista e como ela pode nos prejudicar ou ajudar atualmente. 

Em 1933 Hitler se tornou Chanceler (chefe de governo) da Alemanha e tinha como seu maior objetivo tornar o povo alemão a classe dominante do planeta com a justificativa de superioridade as minorias. O resultado desse pensamento retrógrado, preconceituoso e racista conhecemos como holocausto que dizimou inúmeros judeus, ciganos, homossexuais, testemunhas de Jeová e etc. Como forma de manipular e consequentemente atrair mais adeptos ao sistema nazista com ajuda de Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda Nazista, muitas medidas foram tomadas a fim de que o padrão de consciência fosse modificado de modo que estes tivessem total controle. Otto Griessing, engenheiro eletrônico alemão, projetou a pedido de Goebbels um receptor simples de difusão com preço acessível, mas que não deixava a desejar a qualidade. Esse aparelho recebeu o nome de Volksempfänger VE301 (VE" significa " V olks e mpfänger" e "301" refere-se à data de 30 de janeiro de 1933). O então “Receptor Popular” tornou-se um poderoso instrumento de ação política ao transmitir os discursos de Hitler não só para as pessoas em suas residências, mas também no trabalho destas, já nas ruas foram instalados alto-falantes com o objetivo que o serviço de radiodifusão de propaganda com intenção fascista chegasse a todos. 

O pequeno rádio produzido em massa tinha o preço 76 Reichsmark, moeda oficial na Alemanha de 1924 até 1948, quase metade da população tinha em sua casa, apesar do preço atrativo o “receptor do povo” tinha uma grande limitação no que se refere ao alcance, pois fora criado intencionalmente pra os ouvintes não terem acesso às estações estrangeiras como os grandes receptores tinham, vale ressaltar que diferentemente do VE301 esses custavam caríssimo e o momento pós-guerra (1ª) não era favorável financeiramente.

Alguns autores que falam desse assunto relatam que esses rádios vinham com um pequeno letreiro em um dos botões onde ficava explícito a punição para quem fosse pego tentando sintonizar em outra emissora ou mesmo passando a diante as mensagens contrárias ao governo nazista. A vigilância era constante e severa sendo que as punições iam desde prisão até mesmo a sentença de morte. 

Paul Joseph Goebbels foi o responsável por propagar a imagem de Hitler como Führer (líder) e sob sua confiança em 1939 por meio de um decreto determinou que o padrão alemão fosse alterado para 440 Hz, pois ele sabia o que isso causaria nas pessoas. Cativos de uma consciência bélica, agressiva, ansiosa, estressada, aflita, e depressiva a população não teria como enxergar a realidade cruel imposta pelo sistema de que pessoas poderiam ser sentenciadas por sua religião, costume, etnia, orientação sexual, raça e etc. Infelizmente a maioria dos instrumentos musicais hoje estão afinados nessa frequência devido a Organização Internacional de Normalização/Padronização, popularmente conhecida como ISO ter aprovado a utilização em 162 países, inclusive o Brasil é membro, portanto mesmo que alguém toque uma das inúmeras obras de Mozart à frequência tem grandes chances de não ser a mesma da época que este as compôs. 

Se você abrir um site de notícias agora será impossível não achar um acontecimento violento, porém o que é extremamente preocupante é nosso costume perante esses fatos. A frequência 440 Hz desarmoniza com o universo e nos deixa vulneráveis a negatividade. Alguns estudiosos associam o acréscimo de 1,776% na frequência 432 Hz durante o Terceiro Reich ao grupo secreto Illuminati, criado por Adam Weishaupt no dia 1º de Maio de 1776 em Baviera (maior estado da Alemanha), os mistérios que rondam este grupo exprimem teorias a respeito de manter o controle do número da população mundial através de guerras, manipulação da água e da alimentação visando que homens e mulheres ficassem inférteis, incentivo ao aborto e acesso a tudo que pudesse promover a degradação do que entendemos por família. A comparação mencionada refere-se ao objetivo em comum de terem posse da consciência da humanidade, mas vale ressaltar que há muitas controvérsias sobre os Illuminati é preciso que cada um pesquise sobre e tire suas próprias conclusões, pois a verdade é que há em torno do ocultismo muitas fantasias e lendas. 

A afinação 432Hz  nos traz muito além de bem estar ela nos protege de todos os males que podemos nos familiarizar nessa dimensão se estivermos inconscientes pois é uma vibração sagrada. As músicas afinadas nessa frequência nos traz cura, pois ela tem o poder de desintoxicar nossa mente justamente o contrário do que a frequência 440Hz faz. Hoje em dia alguns aplicativos e programas prometem alterar as músicas que escutamos em nosso computador para o padrão 432 Hz vale a pena à pesquisa. Enquanto o despertar coletivo não acontece enquanto todos não saírem da matrix definitivamente precisamos fazer nossa parte para contribuirmos em prol de uma sociedade mais reflexiva para que esta não se deixe manipular nunca mais da forma que fora em épocas remotas. 

Depois de um período de festas ou mesmo no dia a dia onde mesmo sem querer ouvimos músicas que vibram na frequência 440hz precisamos nos desintoxicar ouvindo a frequência 432 Hz. Não estou aqui querendo demonizar nenhum tipo de gosto musical, mas convidá-los a reflexão: Para onde às músicas que vocês escutam os levam? O que essas músicas mandam vocês fazerem? O que essas letras ditam como serem comportamentos bons? Talvez você tenha ouvido e cantado todas essas músicas sem mesmo perceber o conteúdo, mas agora é hora de sair da inconsciência e desativar o modo offline despertando para a consciência liberta. 

Recomendo que faça da seguinte maneira: Deixe a melodia rolar por aproximadamente 20 minutinhos, feche os olhos e fique em silêncio. Caso sua casa seja muito barulhenta você pode olhar as imagens que coloquei no vídeo elas foram selecionadas exatamente para que sua mente se desconecte do ambiente que porventura seja desconcentrador. Observe como está seu estado emocional e mental antes e depois de fazer essa meditação, pois a frequência terá trabalhado em suas crenças limitantes e na reconfiguração de todo o seu sistema mental e emocional Você também pode escutar essa frequência enquanto faz suas atividades cotidianas. Gostou? 

Nesse texto coloquei minha visão atual sobre esse assunto aberta a mudanças, pois estamos em evolução. E você o que pensa sobre? Acredito que a partir do momento que você começar a refletir sobre as músicas que escuta começará uma transformação, você pode continuar escutando funk, heavy metal, pagode, sertanejo e etc, mas você se sentirá incomodado com certas letras e irá sintonizar em outra frequência. 

Autoria: Cigana Mah 🌷
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Oráculista  na Consultoria: Astral Cigano

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